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Admissão aos cursos de graduação (Bacharelato e Licenciatura)

A admissão aos cursos de graduação que a UEM oferece está condicionada à prestação de provas de exame de admissão e à conclusão dos ramos (A, B ou C) da 12ª classe, considerados como formação pré-universitária requerida para o acesso aos diferentes cursos, ou formação equivalente. Os graduados das Escolas Técnico-Profissionais ou de escolas especializadas de nível médio podem candidatar-se aos cursos da área de conhecimento correspondente a sua área de graduação. Os candidatos com certificados de habilitações obtidos em instituições de ensino estrangeiras ou em escolas com um currículo diferente do praticado no ensino pré-universitário ou nas Escolas Técnico-Profissionais de nível médio devem requerer com a devida antecedência, junto do Ministério da Educação, o respectivo certificado de equivalência para efeitos de continuação de estudos, com indicação do ramo da 12ª classe a que é equivalente a sua formação anterior.

Admissão aos cursos de pós-graduação (Mestrado e Doutoramento)

A candidatura aos cursos de pós-graduação está condicionada à titularidade do grau de Licenciado ou equivalente. A selecção dos candidatos é feita pela Comissão Científica da Faculdade que administra o curso pretendido e a apreciação que tem lugar assenta nos critérios estabelecidos no Regulamento dos Cursos de Mestrado da Universidade Eduardo Mondlane, nomeadamente:

  1. A classificação obtida na Licenciatura;
  2. O número de vagas disponíveis;
  3. A qualidade do Curriculum Vitae do candidato;
  4. A equidade regional e de género assim como a;
  5. Proficiência na língua inglesa ou francesa.

Onde se julgar relevante, a selecção pode incluir ainda a realização de provas académicas e de entrevistas.

Isenção de exames de admissão e transferências

O Artigo 1, nr. 1 do Regulamento Pedagógico diz que o ingresso na Universidade Eduardo Mondlane está condicionada à prestação de provas de exame de admissão. São excepções os casos de:

  1. Iindivíduos abrangidos por acordos internacionais que os isentam dos exames de admissão e outras formas previstas na lei (Artigo 2) 
  2. Indivíduos que tenham frequentado ou se encontram a frequentar instituições do ensino superior (Artigo 3). O ponto 2 é tratado com base no Despacho 018/RT/91 o qual estabelece as regras básicas a aplicar. O calendário académico estabelece o período para a submissão dos pedidos de isenção de exame de admissão – geralmente entre Setembro de Outubro.

Mudança de curso

Os estudantes matriculados na UEM e inscritos a um curso, podem, se assim o desejarem, solicitar a mudança de curso obedecendo as regras estabelecidas para o efeito pelo Regulamento Pedagógico (Artigos 22-29). O pedido é submetido ao Director da Faculdade ou Escola que lecciona o curso para o qual o estudante pretende se transferir. Entre as condições a satisfazer estão:

  1. Obedecer o período de solicitação estabelecido pelo Calendário Académico;
  2. Ter um certificado de 12ª classe compatível com o curso pretendido,;
  3. Anexar a ficha do rendimento pedagógico do curso que se encontra a frequentar;
  4. Outros requisitos dependendo dos casos. A aceitação da mudança de curso está condicionada à disponibilidade de vagas no curso pretendido.

Equivalência das disciplinas

Estudantes que ingressam à UEM com isenção de exames de admissão tendo frequentado outras instituições do ensino superior (nacionais ou estrangeiras) assim como os estudantes que mudaram de curso dentro da UEM podem requerer equivalência das disciplinas feitas. O pedido de equivalências é dirigido ao Magnífico Reitor da UEM e submetido na Direcção Pedagógica.

Contagem de tempo de estudos

O tempo de estudos é o período máximo que um estudante tem para terminar um curso. A contagem inicia na data da matrícula e é estabelecida pelos Artigos 20 e 21 do Regulamento Pedagógico para os estudantes que ingressaram a partir de Agosto de 2001. Em geral, o estudante tem mais um ou dois anos (para bacharelato e licenciatura respectivamente) de graça depois do período de duração do curso. Caso o estudante não termina neste período complementar, é concedido um período adicional de dois anos com agravamento de taxas para terminar o curso. Caso o estudante não termina no fim deste período adicional, considera-se terminada a contagem de tempo e o estudante perde o direito de continuar com os estudos.